Tempo percorrido - 1 ano

Uma carta de 17/02/2026

17 de fevereiro de 2026 17 de fevereiro de 2028
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422 palavras

Meu querido eu do futuro, assista novamente esse video que foi uma tapa na cara no dia 17/02/2026

não sei quanto a você, mas sempre falta um trocinho. às vezes falta muita coisa, às vezes só uma coisinha que parece um mundo de faltas. pra muitos falta o indispensável e aí o que falta pra você parece nada, mas é demais de onde você tá olhando. o negócio é que vai faltar, e depois não vai mais. depois vai faltar de novo e lutar contra a falta parece uma luta cansativa demais pra entrar. então que tal entender a falta, andar com ela, fazer de tudo pra preenchê-la, mas sabendo que ela volta. e que volte! porque saber que vai voltar é um belo de um carinho.

https://www.youtube.com/watch?v=GFuNTV-hi9M


''Às vezes o que te completa também te limita.''

--No fim a gente entende que o vazio também ocupa um espaço importante, o vazio também faz parte de quem nós somos :)


Você é solteiro e falta companhia.


Você está em casal e falta liberdade.


Você trabalha e falta tempo.


Você tem muito tempo livre e gostaria de trabalhar


Você é jovem e quer crescer para fazer as coisas dos adultos


Você é adulto e gostaria de fazer as coisas dos jovens


Você está na sua cidade mas você gostaria de viver em outro lugar


Você está em outro lugar mas você gostaria de voltar para a sua cidade...


Talvez esteja na hora de parar de olhar sempre para o que nos falta e começar a viver no presente, realmente apreciando o que temos.


Aproveite o aroma do seu lar antes de abrir a porta e sair para buscar os perfumes do mundo.


Dê valor...


Acredito que a maioria das pessoas tiveram uma interpretação semelhante ou parecida com a minha. Esse livro é uma metáfora MUITO forte de nós, seres humanos. Passamos a vida toda procurando algo que nos preencha, algo que nos complete. Seja no trabalho, no amor, nas amizades... Sentimos a extrema necessidade de preencher todos os espaços vazios dentro da nossa vida e quando nós finalmente encontramos algo que nos preencha paliativamente, a realidade cai como uma pedra no rio: Nunca precisamos daquilo. Nossa mente foi estimulada a pensar que era preciso, mas uma hora a realidade vem a tona e você passa a perceber que convivendo com "algo que falta", nossa realidade é bem mais nossa. É melhor conviver e aceitar aquela situação do que nos encaixarmos em lugares desproporcionais


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