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Uma carta de 04/11/2025

4 de novembro de 2025 4 de novembro de 2026
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615 palavras

Querida Eu de Novembro de 2026,


Oi – sou você de agora, em novembro de 2025. Sim, aquela que decidiu dar o salto, se inscreveu na pós da Pois com a Samara Costa e está se mexendo para se certificar internacionalmente, dar valor de vez à sua profissão de T.O., ganhar reconhecimento, ofertar segurança nos atendimentos e brigar por aquelas vagas que exigem pós.


Por que aprendi?

Porque eu cansei de sentir que faltava algo: formação extra, autoridade, segurança interna. Porque pensei: “Se quero realmente servir, impactar, ser bem reconhecida, preciso me armar de conhecimento e credibilidade”. Para mim, para minha comunidade de terapia ocupacional, para caminhar com mais confiança e dar o salto. E porque, francamente, quero olhar pra trás e dizer “fiz aquilo que me prometi”.


O que aprendi?

Aprendi conteúdo avançado em T.O., numa linha internacional — para posicionar meu nome no mapa global. Aprendi métodos de atendimento mais eficazes, aprendi a documentar e articular melhor meu trabalho, aprendi a comunicar o valor da T.O. (porque somos mais do que “atividades” – somos mudança). Aprendi a incorporar ética, visão de futuro, inovação na prática. Aprendi a me ver como profissional completa: identidade forte + competência + impacto.


Como aprendi?

Com disciplina – e sem mimimi. Reservei espaços regulares de estudo, participei de grupos, apliquei na prática, pedi feedback, fiz rede com outros T.O.s. Usei a certificação internacional como meta – e fiz as tarefas, os projetos, as interações internacionais mesmo que fosse fora da zona de conforto. Usei mentoria, usei estudo de caso, usei prática reflexiva. E celebrei cada pequeno avanço.


O que espero de mudança para mim?

Espero que daqui a 12 meses você acorde sabendo: “Sim, eu sei o que tô fazendo”. Que os atendimentos se tornaram mais seguros, mais fundamentados, e a sua autoconfiança mergulhou lá pro alto. Que seu portfólio ou currículo mostre uma pós, uma certificação internacional, e você enxergue que é capaz de escolher (e não apenas de correr atrás). Que você se veja como líder na sua área, com identidade profissional sólida, com uma voz que importa. E que você sinta orgulho de si mesma.


Para as pessoas ao meu redor?

Para seus clientes/pacientes: que eles sintam o efeito dessa nova versão de você – atendimento mais impactante, motivador, transformador. Para seus pares em T.O.: que você inspire, construa comunidade, mostre que “é possível” e ajude quem está começando. Para amigos/família: que vejam você florescer, que respeitem mais seu trabalho, que entendam o valor da sua escolha – e que você, por sua vez, tenha mais equilíbrio, porque a formação tem que servir à vida, não roubar ela.


Para o mundo?

Isso pode soar gigante — e é — mas acredito: a partir do seu “pequeno mundo” profissional, você gera onda. Você fortalece a profissão de T.O., você eleva os padrões, você colabora para que mais pessoas entendam “o que é Terapeuta Ocupacional” e “por que isso importa”. Você ajuda a construir sistemas de saúde/educação/ocupação com mais respeito para a ocupação humana. Você contribui para que o trabalho ocupacional seja reconhecido, valorizado e integrado como peça-chave da saúde global.


Então, eu de 12 meses à frente, espero que você tenha olhado para essa carta com um sorriso (ou talvez com um “caramba, como foi difícil mas valeu”). Espero que você se orgulhe de mim — e que eu tenha orgulho de você. Vamos comemorar juntos, vamos continuar evoluindo.


Com abraço firme,

Sua Andréa de Novembro de 2025.

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