Tempo percorrido - 4 anos

Uma carta de 30/12/2025

30 de dezembro de 2025 30 de dezembro de 2030
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332 palavras

Meu querido eu do futuro, se você estiver lendo esta carta, significa que o tempo passou e espero, de coração, que você tenha crescido, aprendido e se tornado alguém de quem se orgulha. Hoje, enquanto escrevo, estou em uma fase de sonhos grandes e reflexões profundas sobre quem sou e quem desejo me tornar.

Meu maior sonho é viajar pelo mundo. Quero conhecer lugares novos, culturas diferentes, pessoas com histórias únicas. Quero sentir que vivi de verdade, que saí do meu lugar comum e expandi minha visão sobre a vida. Viajar, para mim, não é apenas lazer, é aprendizado, liberdade e crescimento.

No meu momento atual, minhas metas são claras. Desejo construir uma boa vida financeira, não apenas para ter conforto, mas para ter tranquilidade, autonomia e a possibilidade de escolher meus caminhos sem medo. Quero que o dinheiro seja uma ferramenta, não uma prisão.

Também estou focado em criar uma base emocional forte. Quero aprender a lidar melhor com meus sentimentos, curar feridas, respeitar meus limites e me tornar alguém emocionalmente equilibrado, resiliente e consciente do próprio valor. Que você nunca tenha esquecido o quanto isso é importante.

Busco constantemente o desenvolvimento intelectual. Tenho sede de conhecimento, vontade de aprender, de questionar, de evoluir. Quero ler mais, estudar mais, pensar melhor. Quero ser alguém com conteúdo, argumentos e sabedoria, não apenas informação, mas entendimento.

Se em algum momento você se sentir perdido, cansado ou desmotivado, lembre-se desta versão de mim: cheia de esperança, ambição saudável e vontade de crescer. Lembre-se de onde você começou e do porquê começou.

Espero que você tenha sido gentil consigo mesmo ao longo do caminho. Que tenha aprendido com os erros, celebrado as conquistas e mantido a humildade diante da vida. E, acima de tudo, espero que você continue sonhando porque é isso que nos mantém vivos.

Com carinho, orgulho e fé no futuro,

Ricardo Degasperi Cervelin

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