Uma carta de 25/11/2025
Gabriel Riba,
cultura, resistência e rimas que doem de tão verdadeiras.
Escrevo em 2025, num momento em que você acabara de entrar na minha vida como um raio de ancestralidade e poesia falada. Não sei se em 6 meses ainda estaremos nos falando, a vida tem dessas voltas, mas hoje, eu preciso que você saiba: sua presença me fez mais forte, mais consciente, mais viva.
Você chegou com a leveza de quem carrega o mundo nos versos, e a força de quem não se cala. Aprendi contigo que resistir também é criar, e que a palavra certa na hora certa pode salvar.
E aí, Riba?
Continua rimando muito? Já parou com o cigarro?
Espero que sim. Espero que esteja cuidando do templo que é seu corpo, porque o mundo precisa da sua voz por muito, muito tempo.
Se o caminho nos afastar, levo você na memória afetiva , com gratidão.
Se não, sigo aqui, na torcida.
Te amo hoje. E isso já é um legado.
Sua amiga do agora,
que acredita no seu verso, raquel!!!